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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Um fim-de-semana de experiências no Santiago Hotel Cooking and Nature

Não queria começar as partilhas de receitas neste novo ano sem antes fechar por completo 2018.
2018 foi um ano particularmente mau para estes lados. No meio de uma "carrada" de más notícias surgiu um convite inesperado.
A primeira reacção foi recusar. Nestas alturas vale-me sempre o Mr.Frango que me puxa à razão.
Já há muito que queria visitar o Santiago Hotel Cooking & Nature e a costa alentejana. Três dias no paraíso, com um grupo de bloggers de culinária e workshops de culinária com chefs parecia-me algo impossível de recusar.
Quem me acompanha no instagram talvez tenha visto os stories que fui fazendo mas, devo dizer que, pela primeira vez em algum tempo consegui parar (de corpo e cabeça), deixar a máquina fotográfica de lado (pensei se deveria fazer este post porque tirei pouquíssimas fotos) e simplesmente desfrutar.



Bem, já tinha namorado várias vezes o site do Hotel porque na verdade é um hotel lindíssimo. Mas quando cheguei para o check in senti-me verdadeiramente em casa. Estávamos em Dezembro, logo da porta de entrada conseguimos ver a cozinha, toda ela aberta para uma sala de jantar. Sofás, lareira, o que se pode pedir mais?
Boa companhia e um bom vinho? Acertaram!
Para mim é sempre um prazer rever o Célio. Com ele está garantida a diversão e boa conversa. Mas foi igualmente especial conhecer pessoalmente duas pessoas que seguia há anos; a Joana Roque e a Luisa Alexandra.
Vou confessar-vos que das coisas que mais adoro na vida é viajar com o Mr. Frango, mas...poder passar um fim-de-semana com pessoas com quem temos os mesmos interesses, gostos e com quem a conversa flui como a água, bem isso é uma sorte fenomenal!

E assim, em menos de nada estávamos todos com as mãos na massa, a fazer pizza!
Sexta à noite, pizza e bloggers de culinária? Claro que começámos logo a pensar em trocar o descanso de sábado de manhã por uma ida ao mercado de Santiago do Cacém com o chef  e o staff tão simpático do hotel.
Já sabem por outros relatos de viagens que fiz aqui que o que gosto mesmo em viajar é andar a pé pelas cidades e visitar mercados (e supermercados, desculpem mas se for noutro país tenho mesmo de ver embalagens e os produtos que por lá se vendem :)
Claro que também fomos postos à prova! E peixe comprado, fresquinho ali da costa, tínhamos de o amanhar e filetar. Amanhar peixe até estou habituada porque viver a 200 metros do mar traz esse benefício mas aprender com o chef a fazer filetes (quase) na perfeição, isso sim foi uma aula que valeu por 1000!
O almoço claro, foi peixe e legumes grelhados no ofyr. Sim um ofyr. Nunca tinha ouvido falar mas é um grelhador maravilhoso que existe lá no hotel. (Juro que já sonhei em ter um jardim só para pôr lá um ofyr).




Como se comer não fosse suficiente, fomos conhecer a destilaria Black Pig. Gin e medronho alentejano e uma produção de porco preto. A nós juntaram-se algumas pessoas que estavam nesse fim-de-semana no hotel. Achei fantástico que o próprio hotel, para além dos workshops diários e gratuitos que disponibiliza, também tenha ótimas sugestões para quem quer conhecer um pouco mais daquela zona alentejana.
Acabámos a noite a provar uma ma-ra-vi-lho-sa carne maturada e em plena converseta nos sofás do hotel.
Mas o melhor de ficar num hotel, desculpem, é o pequeno-almoço!
E nisso o Santiago Hotel tem uma variedade e opções para todos os gostos. É difícil resistir! Ao pequeno-almoço e à vista sobre a cidade de Santiago do Cacém. Absolutamente deslumbrante ao pôr-do-sol!


Acabámos esta viagem gastronómica com um último workshop de bolachas de Natal em conjunto com outros clientes do hotel e invadimos a cozinha para o Célio preparar o seu conceituado Bolo Rainha (eu sei que o Natal já passou mas experimentem a receita dele que é deliciosa).
Dizer adeus não foi fácil, até porque tivemos uma despedida incrível! Pratos de autor confeccionados pelo Chef Águas. Tártaro de peixe galo, espadarte rosa com puré de ervilha e a pintura comestível de pombo bravo, bolota e marmelo! Para sobremesa claro, o bolo rainha do Célio!





Só posso agradecer o convite e a companhia fantástica da Maria, Joana, Luisa e Célio. Podem também ver um resumo destes dias no destaque Viagens no meu perfil de instagram e claro, o vídeo da Luisa Alexandra que nos faz recordar tão bem esses dias.
Para quem quer passar uns dias diferentes, longe do stress, com ou sem miúdos e muito boa comida, aconselho!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Mexilhões com molho de limão e tomate e uma viagem à Arrábida

Chegou o Verão, chegou Agosto e é caso para dizer que quem ainda não foi de férias está muito pertinho de ir :)
Durante alguns anos não fiz férias (por diversas razões) e tirava apenas uns 2 ou 3 dias para passear e descansar. Com o tempo (e com os 30!!!) aprendi que também eu, merecia e precisava de descansar.
E assim, na semana passada rumei a Sul (não Sul Sul) para desbravar uma zona do nosso magnifico país que não conhecia: a Arrábida.
Como adoramos aproveitar cada momento das férias (sejam eles 2 ou 20 dias) resolvemos sair de casa às 4h30 da manhã para tomar um belo pequeno-almoço na praia, ao nascer do sol. Sim, temos estas ideias loucas e nem pensamos na possibilidade de, às 6h30 da manhã, estar um frio do caraças e um nevoeiro medonho na Foz do Arelho (Mas não deixa de ser bonito fazer migalhas no carro, enrolada numa manta com a Lagoa de Óbidos como fundo).
Próxima paragem: Óbidos!


É daqueles locais que nunca me canso. Desta vez, passeámos pelas ruelas sem turistas e confusão, o que teve um encanto especial.


Um pequeno desvio ainda para a Ericeira. Não conhecíamos de todo e fiquei encantada com a praia. Sem dúvida que será uma próxima paragem "mais prolongada".
Antes do destino final ainda tivemos tempo para uma paragem para almoço em plena Lisboa.
Ambos trabalhámos e vivemos na capital e sentimos muitas saudades de respirar Lisboa. Esta paragem foi estratégica para nos inspirarmos nos bonitos recantos do Lx Factory. Nunca me canso de espaços bonitos.
Finalmente chegámos ao nosso destino! Pela primeira vez decidimos ficar alojados numa Guest House e foi das melhores experiências que podíamos ter tido.
A Guest House Carpe Diem fica situada em Azeitão e a Sandra, a anfitriã, percebeu logo que nós gostamos é de comer bem e ver coisas bonitas, o que nos valeu dicas de ouro para esses dias.
E quem acorda às 4h da manhã merece uma tarde preguiçosa na piscina. Estarei errada?
O segundo dia foi o dia da descoberta! Fomos àquela que, para mim, é a praia mais bonita do Mundo. Praia do Ribeiro do Cavalo! Juro que por momentos pensei que tinha voltado às águas límpidas e azuis da Tailândia (límpidas, azuis mas não quentes).

A praia é virgem e de muito difícil acesso. Uns valentes 20 minutos a descer por entre arribas e calhaus (a subida achei muito mais fácil) apenas para destemidos com sapatilhas :)
E como estas escaladas dão fome, seguimos o caminho até Sesimbra, ao Lobo do Mar. Peixe fresco é em Sesimbra, sempre contou a tradição, por isso nem nos desviámos da rota. Ma-ra-vi-lho-so! 
Sesimbra é simpática mas depois da praia do Ribeiro do Cavalo, a praia da Califórnia e a do Ouro pareceram-me "normais". Seguimos rota para apanhar o pôr-do-sol no Cabo Espichel, não tivéssemos nós bichos carpinteiros :)



O Cabo Espichel é um lugar mágico ( e muito ventoso). Tenho um fascínio particular por cabos e "zonas limite" onde parece que tudo acaba, ou começa, dependendo do ponto de vista.
O que também não desiludiu foi a Arrábida. A serra é linda mas quando chegamos ao Portinho é uma sensação fenomenal, um misto de praia e natureza e uma água transparente a perder de vista.


Para quem gosta de praia há imenso a explorar! A praia dos Coelhos, Galapos, Galapinhos, Creiro... Todas lindas e só é pena não ajustarem a temperatura da água :) uns 2 ou 3 graus acima não era nada mau :)
Para quem, como nós, gosta de comer e comer bem esta zona também é fantástica. Tivemos umas fantásticas guias em Setúbal que nos levaram a comer o maravilhoso do choco frito (juro que já tenho saudades) e de quem matei saudades (7 anos Andreia, já passaram 7 anos!!)
Em Azeitão não deixem de provar o queijo (claro) e as tortas! Quem me segue no instagram viu que fui colocando alguns restaurantes, se quiserem enviem-me mensagem que eu dou-vos sugestões :)
E como gostamos mesmo muito de passear, ainda tivemos tempo de dar um saltinho a Tróia, Comporta, Praia do Pêgo e Alcácer do Sal.
Entre a Comporta e Alcácer existem 2 coisas a não perder! O Cais Palafítico da Carrasqueira que é LIN-DO! Ver o pôr-do-sol naquele lugar é realmente mágico. A outra coisa a não perder é um restaurante chamado "A Escola", que é precisamente uma antiga escola primária e que fica no meio do nada, na estrada que liga Alcácer à Comporta. Comida alentejana de comer e chorar por mais!

(Este não é um post patrocinado!São apenas alguns dos maravilhosos lugares do nosso Portugal! Podem ver outras viagens aqui, aqui, aqui e aqui)



E não podia acabar sem uma receita! Uma receita que cheira e sabe a Verão e a férias!

Ingredientes:
800gr de mexilhão
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de azeite
2 cebolas picadas
2 dentes de alho picado
1 tomate 
1 limão
1 chávena de vinho branco
1/2 chávena de coentros (usei cebolinho)
sal e pimenta q.b


Preparação:
Arranje os mexilhões retirando-lhes as barbas. Escorra-os muito bem e reserve.
Num tacho, aqueça a manteiga e o azeite. Junte as cebolas e deixe cozinhar 3 minutos. Adicione os dentes de alho e cozinhe mais 2 minutos.
Junte o tomate cortado em pedaços, o sumo de limão, o vinho branco, o sal e a pimenta.
Por fim adicione os mexilhões e cozinhe cerca de 5 minutos com a tampa fechada.
Polvilhe com coentros ou cebolinho picado e limão cortado em meias-luas.



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

London Food Trip e uma tarte da Popina

Este é daqueles posts que sei como começa mas não sei como irá acabar.
Quer dizer, não sei muito bem como começa.Talvez esteja por estes dias a fazer um ano que decidi dar um novo rumo à minha vida.
Decidi por em prática aquilo que dizia ano após ano. Que ia ser uma pessoa melhor, mais confiante, que enfrentaria mais desafios, que perderia quase todos os medos. E de facto, quem me conhece sabe que a nível pessoal este ano de 2013 tem sido um ano mais centrado em mim e em fazer o que me faz feliz.
E entre muitos desejos estava, bem no fundo da lista para parecer esquecido, uma food trip.
Uma viagem completamente dedicada à procura de novos sabores e ingredientes.
Por isso quando me falaram numa food trip por Londres, a minha resposta imediata foi sim!
Queria tanto! O meu lado racional dizia para não ir até que houve alguém que me disse " há coisas que não devem esperar. Só fazem sentido serem feitas naquele momento com aquelas pessoas".
Se podia ir a Londres com o meu namorado? Podia, mas arrastá-lo um fim-de-semana inteiro por mercados e restaurantes....naaaa. Se podia ir com a melhor amiga? Podia, mas não passaria eu um fim-de-semana entre estátuas de cera da Madame Tussauds e lojas de roupa?
Tinha de partir à aventura com a Inês, a Maria e a Sandra. Elas tinham o mesmo encanto pela comida que eu, e queriam fazer isto tanto quanto eu. Tinha de ser!
O post de hoje não é um relato da viagem. É mais uma espécie de roteiro. Ou melhor, uma pequena lista de sítios relacionados com comida que podem visitar em Londres.
Quem já passou pelo Clavel's Cook leu que fui "apelidada" de "agente de viagens". Tudo porque comecei a pesquisar e a descobrir sítios giros para irmos. Uma das melhores leituras e que mais me ajudou foi o post sobre Londres do Chilli com Todos. E por isso resolvi deixar aqui um "tour" para quem está a pensar ir a Londres nos próximos tempos!

Portobello Road



Era dos sítios que mais vontade tinha de visitar.
Chegar às 9horas da manhã de um sábado a Portobello Road é indescritível.
As bancas estão acabadas de montar. Os comerciantes estão ainda a colocar os produtos frescos nas bancas, sente-se os primeiros cheiros a refogado. Passeia-se descontraidamente.

Duas horas depois é um mar de gente a passear.
Enquanto admirava os legumes frescos, alguns difíceis de encontrar por cá, encontro uma banca cheia de comida apetecível. Desconfiei mas não queria acreditar.
O livro da Popina é uma inspiração para mim. Já perdi o número de vezes que fiz as receitas e o livro é o mais "gasto" que existe na minha prateleira.
Não resistimos em provar! E para mim foi dos momentos mais marcantes da viagem!























Para quem gosta verdadeiramente de comida passear por Portobello Road é uma descoberta sensacional!
Outro dos sítios mais aguardados era a Books for Cooks, uma livraria SÓ de livros de gastronomia.
Sonhava em entrar neste sítio mágico noite e dia e se pudesse, acreditem, ficava lá a folhear os livros horas a fio.
Para além de livraria também tem uma espécie de cafézinho onde se pode degustar coisas boas e, quando fiz as pesquisas li que também fazem showcookings.






















Pensávamos que na Books for Cooks íamos encontrar revistas, mas não! Perguntámos e deram-nos logo indicação de um quiosque de revistas. Saímos em direcção ao quiosque quando quase quase em frente à livraria avistámos a Spice Shop! Especiarias, especiarias, especiarias! Yeahhh!
Quanto ao quiosque de revistas, um sítio perfeitamente normal não estivesse ele carregadinho de revista Donna Hay, Good Food, Cereal Magazine, Jamie Oliver, enfim, perdições!
Voltando ao passeio por Portobello Road, arrastei as meninas à loja Cath Kidston (não tivesse eu antes de ser food bloguer ter sido craft bloguer, não podia perder a oportunidade de espreitar as coisas lindas que lá há)
À medida que as horas iam passando o aglomerado de gente ia crescendo. Ao avistar a Hummingbird Bakery, eu e a Inês corremos lá mas a fila de gente num cubículo de pastelaria desmotiva até um santo.

O melhor de Portobello Road é que por mais sítios que tenhamos apontado no nosso caderno, há sempre espaços que nos surpreendem.
Dayllesford é uma loja que não fazia ideia que existia mas que por ter uma montra tão bonita resolvemos entrar. E ainda bem! Entre produtos biológicos, padaria e pastelaria (género rústico como eu gosto) tinha também produtos giros giros para a cozinha. Uma perdição num espaço muito agradável (que também era café, restaurante mas que estava completamente lotado)






















Next stop: Ottolenghi
























Apesar de não ter nenhum dos seus livros, já me fartei de os folhear em livrarias e quando em pesquisas descobri que havia um restaurante/loja em Notting Hill achei que merecia uma visita.
A ideia era almoçar lá, mas os preços não são muito convidativos (ao contrário das saladas que têm óptimo aspecto) e a falta de lugares. Sim, existe apenas uma mesa grande.






















As pernas começavam a pedir um pouco de descanso e foi então que depois de tantos sítios lindos mas repletos de gente encontrámos um café muito simpático e com óptimos snacks.






















Recuperadas, continuámos a passear por Portobello Road em direcção ao Recipease de Notting Hill.
Antiguidades, preciosidades, há coisas à venda para todos os gostos.
Em Notting Hill apanhámos o metro para High Street Kensington, apenas uma estação de metro nos separava do Whole Food Market que recomendo vivamente.
Parece um enorme supermercado mas tem produtos fantásticos a preços convidativos. Vale bem a pena dar uma vista de olhos.

E assim voltámos para Nothing Hill para um final de tarde e noite de workshops no Recipease. É a escola de cozinha do Jamie Oliver e claro, ele não está lá a dar cursos. Estão chefs super simpáticos e competentes que ensinam culinária com uma paixão arrebatadora.
Enquanto estávamos a fazer um workshop passeavam por lá uma família portuguesa que estava maravilhada com o espaço. Não só é uma escola como também restaurante e loja. Um espaço único que aconselho a visitarem.












































E falando em Jamie Oliver, o roteiro exigia uma refeição num Jamie Italian. Porquê?
Porque é o restaurante dele mais barato (uma refeição com bebidas, entradas, prato principal e sobremesa ronda as 20 libras, o que se forem a outro restaurante em Londres pagam mais do que isso quase de certeza) e porque em Londres os Jamie Italian's são como cogumelos. Há em todo o lado.
Vale a pena ter essa experiência! O espaço é encantador! Fomos ao Trattoria em Richmond e ficámos maravilhadas. Cada pormenor da decoração. Um encanto. E a comida servida em tábuas....
O Jamie Italian do Covent Garden também é encantador, com uma ementa diferente, espaço diferente. Uma experiência diferente!
Uma coisa é comum aos dois espaços! A simpatia dos empregados! Fantásticos!
E como o post já vai longo (eu disse que não sabia como ia acabar) deixo uma última dica (sim devem ir ao Big Ben, Piccadilly, China Town, enfim...) mas vão a Covent Garden!
Tivemos a sorte de já estar tudo enfeitado de Natal e o azar de ser domingo (ao domingo as lojas fecham por volta das 18h)
O mercado já estava fechado. Percorremos as lojas, o Union Jacks, mais um restaurante do Jamie Oliver e eis senão quando, olho para trás e encontro isto!!!!
Sim, é um pub subterrâneo à boa maneira britânica. Com pormenores únicos. Uma agradável surpresa pois claro!
Desilusão foi o que senti na Cupcake Bakehouse, da minha adorada Lorraine Pascale. Um espaço tão pequenino que saí de lá desiludida.

Ufffa...o post já vai longo! Não sei quantas horas passei a escrevê-lo. Nem sei se alguém o irá ler (até ao fim pelo menos) mas é de coração. Não o fiz para dizer que estive aqui ou estive ali. Escrevi o que os meus dedos foram teclando. O que procurei noutros blogues e pela Internet fora que me levaram a estes sítios que vou recordar para sempre.
E para quem chegou ao fim, há uma receita. Inspirada na tarte fabulosa que comi em Portobello da Popina!
Uma tarte especial que quero partilhar com todos vocês <3
(as fotos deste post foram tiradas por mim, excepto esta última :) Obrigada Sandra!)

Para a massa:
220 gramas de farinha (usei 150 gramas de farinha integral,70 gramas de farinha de espelta)
1 pitada de sal
azeite
1 ovo batido
água

para o recheio:
4 cenouras
1 batata doce
iogurte grego
2 cebolas
mel
tomilho fresco

Para servir Jamie's Style
Micro vegetais Life in a Bag


Preparação:
Misture as farinhas com o sal, o azeite e o ovo batido. Amasse bem e junte um pouco de água se necessário.
Estenda a massa e disponha em pequenas tarteletes.
Corte as cenouras e a batata doce em pequenos retângulos. Corte a cebola em rodelas.
Coloque numa assadeira e leve ao forno com um fio de azeite e mel e tempere com sal e tomilho fresco. Deixe assar cerca de 30 minutos ou até os legumes ficarem cozinhados.
Deixe arrefecer um bocado.
Disponha um bocado generoso de iogurte grego no fundo da tartelete e preencha com os legumes assados.
Leve ao forno cerca de 15 a 20 minutos.
Sirva com micro vegetais.